Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/123456789/125
Title: AVALIAÇÃO DAS PERCEPÇÕES DOS COMERCIANTES INFORMAIS DO MUNICÍPIO DE TETE ADESÃO A FORMALIZAÇÃO
Authors: Celina João Dias Duarte
Keywords: comércio informal, sector informal, formalização, Municipio de Tete
Issue Date: 2014
Abstract: A presente monografia avalia as perceções dos agentes económicos do comércio informal nos mercados municipais de Tete, em Moçambique. Estudo foi conduzido em dois mercados intencionalmente selecionado em represntatividade das caracteristicas socio-economicas do meio urbano (mercado 1º de Maio) e peri-burbano (mercado Kwachena), donde total de 263 comerciantes de ambos sexos foram aleatoriamente selecionados a partir da lista fornecidos por encarregado de cada mercado sendo proporcionalmente distribuidos 52 e 211 para mercado 1º de Maio e Kwachena,respectivamente. Dados foram colhidos através administracao de questionario semi-estruturados que incluia informações gerais de identidade e caracteristicas scocioeconomica, motivações de ingresso na actividade informal e percepçoes quanto a sua formalização, atreves de entrevista face-face e, analisados em estatisitica descritivas determinando as frequencias relativas no programa informático Excel.. A pesquisa demonstrou que o comércio informal éexercido por homens e mulheresna sua maioria vivendoem união de facto, viúvos e viúvas e jovens solteiros. Eram indivíduos de idade que variavam de 14 a 58 anos estando na idade economicamente activa. Grande parte tinha baixa escolaridade existindo individuos com nível medio e superior. Os rendimentos dos negócios são variáveis desde abaixo do salário mínimo oficial a pelo menos 4 salários mínimos mensal da função publica e eram essencialmente destinados à subsistência de agregado familiar, alguns aplicavam na educação dos filhos e, somente depois que reinvestiam na manutenção da actividades comercial. Maioria trabalham sozinhos e, poucos tinham 1-2 trabalhadores sem contrato formal. Verificou-se ainda, que muitos não sabiam da legalização e, amigos e colegas eram maiores veículos da informação dos poucos que sabiam de processo deformalização. A falta de conhecimento e informação foram apontados como principais obstáculos à formalização, embora haja vista, a demonstração de interesse por parte de alguns comerciantes informais confirmando a hipotese da pesquisa Palavras
URI: http://hdl.handle.net/123456789/125
Appears in Collections:Monografias

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
Celina Joao Dias Duarte 2015.pdf732.53 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.